O que a maternidade me ensinou sobre Inbound Marketing

Não é novidade para ninguém ouvir de várias mulheres que viraram mães sobre os desafios que enfrentam no dia a dia e o quanto se aprende com esse novo papel.

Mas, dessa vez, o intuito é fazer diferente: trazer para a prática algumas experiências que só a maternidade ensina!

E, se você acha que me tornando mãe eu “só” aprendi a cozinhar, dormir 2h seguidas por noite durante meses, trocar fralda no escuro, dar banho em um recém-nascido etc., errou!

A maternidade trouxe algumas habilidades até então adormecidas que, quando entram em ação, fazem toda diferença.

Listei 6 (de muitos) aprendizados que tive ao me tornar mãe, além das suas ligações com o Inbound Marketing.

1. Tempo é a moeda mais valorizada

Uma mulher que vira mãe não tem tempo para ler o seu livro ou aquela revista interessante antes de dormir. O tempo é escasso e, entre uma mamada e outra na madrugada, a mãe lê coisas sobre ser mãe (e como isso ajuda nesse momento tão intenso)!

Então vamos com o princípio básico do Inbound: entenda sua audiência e crie conteúdos que supram a necessidade da sua persona em seus diversos momentos. Estabeleça autoridade no assunto e torne-se uma referência.

Você não passa despercebido quando mostra empatia pelo que o seu cliente está vivendo!

Quando for criar um conteúdo para a sua persona, procure entender qual é o momento dela e quais são as suas principais dúvidas e dificuldades.

2. Faça parte de uma rede de apoio

Toda mãe precisa de outras mães para dividir alegrias, angústias e dúvidas. É impressionante como existe um ímã que atrai mães para perto umas das outras. Já reparou?

A conversão de visitantes para Lead não pode ser diferente!

Seja essa rede que a sua persona precisa. Entregue não só informação, mas aplicabilidade e oportunidade. Mostre o quanto é relevante fazer parte da sua base.

Já imaginou fazer parte de um grupo no qual receberá notícias exclusivas e em primeira mão sobre os assuntos que mais interessam para você? Ou até mesmo ter a chance de dividir, pesquisar e compartilhar o que você pensa a respeito de determinado assunto para aqueles que estão no mesmo meio ou vivendo a mesma situação?

É como deixar de se sentir um peixe fora d’água.

E é dessa entrega de valor que estamos falando. Deixe isso claro nos seus materiais de conversão, como Landing Pages, pop-ups e formulários.

3. Ouvido seletivo vs. caixa de entrada seletiva

Se tem uma coisa que todas as mães odeiam é palpite! A impressão que dá é que todo mundo sabe o que você deve fazer para o seu filho, menos você! Existem milhares de conselhos que não servem pra nada e, pior, que não têm nada a ver com você e com a sua história.

Portanto, anote essa dica com todo carinho: conheça seu Lead. Entenda o que ele precisa e quais são os assuntos relevantes para ele.

Segmente sua base a partir de interesse, características geográficas, cargo, área de atuação etc. É importante abordar seu Lead da maneira mais personalizada possível. Assim sua comunicação se torna muito mais objetiva.

Não dá para falar de fralda de pano para todas as mães, por exemplo (eu não consigo nem pensar no assunto). Para não errar, questione os interesses ou faça uma análise profunda dos materiais de conversão, páginas acessadas, posts lidos pelo Lead e não seja o chato palpiteiro. A qualidade da sua relação com o Lead está exatamente no seu conhecimento de quem ele é.

Não dê bola fora!

4. Quem é você na fila do pão?

Como mãe, digo: esse lance de visita surpresa pode ser bem chato. Existe toda uma sincronia para que tudo fique minimamente organizado (dentro do possível, claro), o bebê dorme e você usa aquele tempo para fazer um monte de coisas que você deixou de lado, ou simplesmente quer cochilar e descansar.

Parece óbvio, né? Só que não!

Assim como tem muita gente que aparece sem avisar na sua casa, ainda existem muitos emails impessoais, frios e que aparecem sem serem “convidados” na sua caixa de entrada.

Lembre-se de que suas campanhas de email são como convidados na casa de alguém. Não apareça sem avisar. Só vá se você tiver sido realmente convidado e jamais apareça de surpresa!

Campanhas feitas com emails de listas compradas, muito antigas ou que vieram de um canal “não oficial” correm o risco de serem rejeitadas, marcadas como spam e, pior, prejudicar seriamente seu domínio, sua reputação com os provedores e com seu Lead.

Não seja a visita sem noção, nunca!

5. Rotina: onde estou e para onde eu vou

A rotina é essencial na vida de uma mãe. É esse passo a passo que faz com que tenhamos uma programação “realizável” (mesmo que só tenhamos essa sensação). Uma rotina é capaz de colocar uma previsibilidade naquilo que precisa ser feito e para onde temos que ir.

Os fluxos de automação precisam ter essa clareza: onde estão os Leads e para onde eles vão e como vão.

Para criar automações de marketing é necessário estabelecer essa “rotina” a partir do conhecimento do Lead: segmentar para que sua comunicação seja objetiva, criar empatia com assuntos que você conhece e que são dores sentidas por ele, ajudá-lo a atingir seus objetivos e mostrar por que você é a melhor opção (toda a jornada de compra).

Fica muito difícil estruturar suas automações se você não tem claro para onde o Lead deve ir e como deve chegar no fundo do funil (ou em qualquer outro lugar). Essa jornada é essencial para estabelecer um relacionamento, fazer a gestão da base ou até mesmo  tornar a abordagem comercial mais efetiva.

6. Poderia ter feito de outra forma. Quem nunca?

Ser mãe é lidar todos os dias com tentativa e erro. E todas as escolhas e ações são feitas sempre com o objetivo de acertar e fazer o melhor.

Mas nem sempre acertamos. E, com isso, vem a maturidade para entender por que não foi feita a melhor escolha e para usar esse aprendizado para acertar na próxima.

Analisar dados e acompanhar a performance das suas campanhas e do seu funil de vendas nem sempre traz boas notícias, mas são tarefas fundamentais para que você identifique gargalos para agir na hora e do jeito certo.

Só não erra quem não faz nada. Aprenda com seus erros e siga em frente!

Seu filho, seu projeto 🙂

O amor materno é um exemplo de amor incondicional, dedicação com seus filhos em tempo integral e empatia de sentir exatamente o que seu filho sente.

Essa soma traz resultados inspiradores: o sorriso, a felicidade, ver eles crescerem… Eu poderia listar aqui milhares de motivos pelos quais todos os esforços valem a pena, mas a lista provavelmente jamais ficaria completa, já que todos os dias eu ganho mais motivos para sentir orgulho dessa missão.

É comum usarmos a expressão “nasceu meu filho” para falar do lançamento de projeto para o qual dedicamos muito tempo, atenção, trabalho, estudos… Não é para menos, pois quando você começa a ver os resultados, a sensação de dever cumprido é recompensadora.

Os desafios virão, claro. Mas não desista! Afinal, nunca ninguém disse que era fácil, mas todos sempre garantem que vale a pena!

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